
Há 40 anos o homem chegava à Lua. Como os nossos dirigentes receberiam a notícia na época?
Eurico: “É claro que o homem foi à Lua, porra. Sabem nada! Fui eu quem coordenou essa missão. Eu sou locomotiva, não sou vagão. Para os idiotas que duvidam, eu só tenho uma coisa a dizer: a verdade prevalecerá! E os astronautas estão proibidos de falar com a imprensa!”
Calçada: “Não importa se quem chegou à Lua foi o Manoel ou o Joaquim. Empresários, esqueçam a política, vamos apoiar a chegada do homem à Lua!”
Dinamite: “Você está mais bem informado do que eu. Não posso confirmar isso, mas estou sendo cobrado pelos torcedores na rua e garanto que com certeza estaremos buscando, no dia a dia, os recursos para que o homem possa ir à Lua.”
Coelho: “Isso não passa de uma cortina de fumaça para esconder o fato de que o custo das peças do foguete e do combustível aparecem superfaturados no balanço da Nasa. Alguém está levando dinheiro por fora. A Nasa já está numa situação falimentar há muitos anos, como eu já venho denunciando.”
Luiz Américo: “Estamos certos de que o foguete está regulamente inscrito e poderá pousar na Lua normalmente. Já entramos com uma liminar na Justiça comum para garantir esse direito.”
Olavo: “Garanto que já há uma fila de investidores dispostos a patrocinar a ida do homem a Marte.”
Luso: “Ainda estamos ouvindo as empresas interessadas em investir na modernização e ampliação do programa da ida do homem à Lua.”
Mandarino: “Estamos buscando reforços aqui e acolá, mas de uma forma adequada à nossa realidade. Não vou entrar em leilão nem fazer loucuras para chegar à Lua e depois não ter como pagar aos astronautas.”
Agostinho Taveira: “No dia em que eu chegar lá vou destruir a Lua a marretadas.”
Fábio Fernandes: “Já estamos preparando uma grande campanha de marketing para que o torcedor possa aderir a esse projeto. O nome será: ‘A Lua é minha’.”
Isac Zagury: “Criamos a Associação de Amigos da Lua para ajudar a captar recursos para a ida do homem à Lua. Somos 20 milhões de torcedores. Se cada um colaborar com 1 real…”
Neca: “Desconheço. Não sei de onde vai sair o dinheiro para pagar todo mundo. Do meu bolso é que não vai ser.”
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