
a exporem os flancos desabridos…
Vivas, em festanças e sacanagem,
desonrando os símbolos mais queridos.
E o dinheiro, que aparecia a rodo…
E, qual “pobre vítima”, ia à forra,
aquele que, hoje - “rei” por engodo -
se embanana, se esquiva e se borra.
Imagina-se olímpico, no pódio.
Risada falsa, na cara estampada,
esconde um coração cheio de ódio,
e a amargura da alma enciumada.
Os que, antes, lhe serviam de escada,
laudas, laudas pérfidas, site vil,
nutriam a massa contaminada,
desleal, enfurecida e servil.
Golpe dado, uns sentiram-se palhaços,
bola rubra na ponta do nariz,
envergonhados, juntaram pedaços
da honra que lhes sobrou por um triz.
E foi tanta a sua desilusão,
que vagam (mesmo sem pedir perdão)
agora, anônimos e por pseudônimos.
E os “moderadores” irremendáveis
A manter suas teses execráveis
e vão multiplicando em heterônimos…
Autor: Diniz Felix dos Santos
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